Nome de Guerra

Obra narrativa de 1938, explora a psicologia de um jovem provinciano - Antunes, que tem pais "abastados" e que o mandam para a capital. Aí, Antunes vai conhecer Judite, mulher de clubes e recomendada pelo seu Tio, que o inicia no Amor. O jovem vai descobrir a autodeterminação do seu íntimo pessoal, encontrando-se com a humanidade, que não se procura, encontra-se.

O romance evidencia, portanto, "o imperativo das decisões vitais, na improbabilidade de uma ciência racional e experimental que as informe a cada passo (...) apresentando características de ficção psicologística burguesa ao gosto dos anos 30, com a vantagem, no entanto, de a motivação das personagens ou de cada atitude ser dada de um modo metafórico, ou pelo menos imaginoso, e não abstracto" (in História Ilustrada das Grandes Literaturas - Literatura Portuguesa VIII, 1ª edição, 2º Volume, Lisboa, Editorial Estúdios Cor, 1973, p. 698).

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