Fotografia
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Apesar da fotografia ser já uma tradição na família de Olga Roriz, pois a família materna tinha diversos elementos que se dedicavam a esta actividade, Olga Roriz nunca se sentiu compelida a explorá-la, apesar de ter recordação maravilhosas das horas que passava no laboratório com o seu avô, quando este se dedicava à revelação das suas fotografias. No entanto anos mais tarde, Olga entrou em contacto com Louis Falco. Este conseguiu-lhe incutir um gosto maior pela fotografia. Mas, foi apenas quando ele morreu que ela comprou a sua primeira máquina fotográfica. O disparar da câmara funcionava para ela como um fetiche, uma forma de recordar o seu amigo desaparecido. |
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Mais tarde, com um fotógrafo da Gulbenkian, Filipe Ferreira, aprendeu a revelar. As exposições que fez foram com revelações "caseiras". Olga precisava de se fechar em casa, e transformava-a num laboratório. Mas, o tempo que esta actividade lhe roubava fez com que ultimamente não se ocupasse dela dedicando a sua atenção apenas às aulas do Conservatório e à sua Companhia. No total Olga fez apenas duas exposições. Uma na galeria "Novo Século" e outra na Galeria "Os 50". |
Imagens do bailado "Propriedade Privada" (1996)
[ CITI ]