Esterilidade

Existem ainda muitas especulações sobre as verdadeiras razões que levaram D. Sebastião a não ter deixado sucessores. A tese que vigora refere que este rei seria estéril. Contudo, há quem que não partilhe dessa ideia, como o médico e historiador Mário Saraiva: «O mal do jovem rei foi o de os físicos e cirurgiões terem caído no erro comum na época de confundir a sua inofensiva e passageira espermatorreia com uma uretrite, e terem-lhe originado esta com práticas pseudocurativas» (afirmações insertas no Jornal Público. Lisboa, 1 de Dezembro de 1996, p. 27).

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