(1919/1978)

«Lembrar Jorge de Sena, depois de o termos perdido (...) é afirmar que ele permanece vivo e, simultaneamente, repudiar o silêncio que continua a cercar a sua obra» in Diário de Lisboa, ler e escrever, nº118, 7 de Julho de1983.

Jorge de Sena é um dos vultos da literatura moderna . Sendo uma alma apaixonada foi, acima de tudo, alguém que não se conformou e que desse inconformismo, não só político e social como literário, fez brotar uma vasta obra que constitui o legado que deixou ao mundo.

Definir Jorge de Sena é uma tarefa impossível, pois tudo o que dissermos sobre ele estará sempre incompleto.

Autoria: Rita Sena

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