Diana Andringa

" Pareceu-me um homem frio, de um extremo rigor, sem ilusões, que observava o mundo a partir dos métodos científicos mas que é extremamente afectivo nos seus poemas. Tinha uma personalidade muito contraditória. Conquistava as pessoas não pela simpatia, mas pelo rigor e inteligência. Usava a ironia também para si próprio. Tinha um grande desprezo pela igonância humana. No fundo, penso que definiu o seu projecto de vida como Galileu, com piedade por todos aqueles que procuram a verdade."

Diana Andringa

in revista Visão, Nº206, Lisboa, 27 de Fevereiro a 5 de Março, 1997

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