Historiador da Ciência

Apaixonado pela investigação, Rómulo de Carvalho desenvolveu uma série de actividades e de estudos dedicados à história científica, em especial a relacionada com a Ciência em Portugal no século XVIII. Esta "paixão fria" como ele próprio a descreveu levou-o à direcção do Museu Maynense e investigação sobre a acção pedagógica dos cientistas portugueses que durante anos passaram despercebidos nas bibliotecas portuguesas. Estes trabalho exaustivo de consulta e investigação consumira-lhe anos de vida, tornando-se mesmo a sua final activida. Aquando da morte, o investigador Rómulo de Carvalho trabalhava num livro sobre Alexandre Rodrigues Ferreira, etnólogo português que no século XVIII foi enviado ao Brasil para recolher material sobre os indígenas. Este material, recolhido ao longo de nove anos ficou desprezado no Real Gabinete da Ajuda. Rómulo redigia o catalogo que serviria o Museu Etnográfico da Academia das Ciências.

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