Máquina de Fogo
Meu coração é máquina de fogo
luz de magnésio, floresta incendiada.
Combustar-se é o seu próprio desafogo.
Arde por tudo, inlama-se por nada.
Após " Movimento Perpétuo", surge o segundo livro de poemas de António Gedeão, "Máquina de Fogo". Esta é a obra da confirmação do poeta enquanto cientista, do cientista enquanto poeta, da consolidação da sua presença no panorama literário português.
O que disse Jacinto Prado Coelho
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