Amália Rodrigues 

«(...) Estivemos aqui noites e noites. Dávamo-nos muito bem os dois. De repente, dá-se o 25 de Abril e nunca mais aparece. Telefonou umas três vezes a perguntar se eu precisava de alguma coisa. Mais nada. Fiquei um bocado zangada com ele. Era um amigo de todas as noites, de uma convivência quotidiana, não tinha nenhuma razão para ter aquela atitude. Outras pessoas fizeram a mesma coisa, mas não tinham a mesma convivência comigo. Fiquei triste.»

in SANTOS, Vítor Pavão dos. - Amália. Uma Biografia. Lisboa, Contexto, 1987.

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