A poesia

É pela sua faceta de surpreendente poetisa que Florbela melhor é conhecida, sobretudo pelo uso do soneto. De facto, a poesia tem para Florbela um significado especial, e encontra-se na maior parte da sua obra, dividida por diversos livros, a saber:

O caderno «Trocando Olhares», que inclui igualmente obras de prosa e uma dedicatória em verso, bem como as quatro séries de «As Quadras D'Ele»

«O Livro D'Ele»

«Livro de Mágoas»

«Livro do Nosso Amor», um caderno manuscrito e terminado, que Florbela pretendia vir a publicar, mas de onde retiraria vários poemas para integrar noutras obras

«Livro de Soror Saudade»

«Charneca em Flor»

«Reliquiae», um conjunto de poemas com que Guido Battelli tinha ficado, após o desaparecimento da poetisa e que publicou, como apêndice, na segunda e terceira edições de «Charneca em Flor», a par do conjunto de poesias inéditas a que deu o nome de «Juvenília»

Além dos poemas incluídos nestas obras, há um conjunto de esparsos, que reúnem as primícias poéticas de Florbela, como «A Vida e a Morte», a par de outros poemas encontrados no seu espólio e que a jovem poetisa nunca viu publicados em livro; talvez mais do que em outros, os primeiros poemas carregam claramente a marca da infância.

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