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Alexandre O’Neill fez da pátria o seu tema mais constante, e do verso crítico o pincel com que pintou paisagens, gestos e costumes quotidianos. Um "grande poeta menor", transbordante de sonhos e sedento de realidades submersas, foi em vida, e é em morte, incompreendido e por vezes votado ao esquecimento. Esse terá sido o preço que pagou por se ter recusado diluir numa qualquer poesia do populismo fácil. Autoria: Sónia Pepe Carvalho |
(19/12/1924 - 21/08/1986) |
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