Maria! Não Me Mates, Que Sou Tua Mãe!
Maria! Não Me Mates, Que Sou Tua Mãe! narra um crime bárbaro ocorrido em Lisboa, em Setembro de 1848. Trata-se de uma filha que mata a própria mãe, apenas para a roubar. Camilo edita o folheto em dezasseis páginas, em regime de anonimato. Considera-se esta narrativa no âmbito da literatura de cordel, recorrendo ao sensacionalismo. Obteve grande êxito junto das camadas populares, sendo um dos primeiros textos de Camilo a pertencer a este género literário.
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