A Capital - Albuquerquezinho
É um autêntico doente mental, embora socialmente não fosse "doudo declarado". Era bem aceite e estimado pela família.
Às vezes tinha delírios crónicos que o faziam pensar que era almirante, chefe de muitas esquadras, que comandava do seu quarto "a corveta". Nessas alturas usava galões de papel e gritava ordens de comando.
É uma figura pouco importante que vem, apenas, reforçar o "tédio taciturno" da casa das tias.
Calvo, falava pouco, mas podia conversar normalmente sobre as banalidades da vida se não abordassem os temas do delírio.
Mostra afeição aos que o rodeiam. No final, perturba-se com a morte de Sabina.
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