O Conde de Abranhos - Laura Amado

É casada com o desembargador Amado, que domina totalmente. É uma beata fanática, com um conceito de religião distorcido e absurdo.

Parecia uma régua, era "esguia, chata, erecta, com o seu vestido negro, perpendicular (...) e na moral tinha igual o duro, o inflexível, o hirto, o rectilíneo de uma régua". Era uma devota, de uma pontualidade de máquina no cumprimento da sua devoção.

O narrador conta que o Conde a abominava.

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