Prosas Bárbaras - Lisboa

Lisboa é o tema de um conto fantasista mais ou menos abstracto e verbalista em que se fala do tédio da cidade, da sua sonolência. Eça descreve os prédios onde os andares representam a estratificação social: no primeiro, a burguesia rica, depois talvez a classe média, sobre esta, a gente que trabalha e por último, nos pisos superiores, os mendigos.

Critica desta forma, Lisboa: "Atenas produziu a escultura, Roma fez o direito, Paris inventou a revolução, a Alemanha achou o misticismo, Lisboa que criou? O Fado".

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