Prosas Bárbaras - Sinfonia da Abertura

Este conto apresenta-nos uma espécie de retrospectiva histórica, através das viagens dos deuses desde "o tempo de Elora até à cruz de Cristo".

A arte esteve sempre ao serviço dos deuses, como comprovam as manifestações artísticas na Índia (os Templos nas montanhas), no Egipto (as arquitecturas lívidas e frias - as esfinges e pirâmides), na Grécia (os templos harmoniosos e serenos) e nos templos góticos.

Depois a arte "dispersou-se em sons", nascendo a música, com Lutero, na Alemanha, que tenta salvar a alma católica alemã, do desfalecimento em que se encontrava.

Com o Renascimento - e as suas "rebeliões de carne", a música (que aqui representa, simbolicamente, a alma, o espiritualismo e as dores humanas) desaparece.

Segue-se uma análise da reforma e do Renascimento e respectivas consequências na Europa. Analisa-se também, o homem e da eterna luta entre o ideal e a dura realidade.

A arte vai reconciliar as almas e unir as pátrias.

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