Crítica - Tratado das Paixões da Alma

"Mas o que impressionara Cardoso Pires (...), haviam sido «as fronteiras entre precisamente a infância e a morte (...), os dois irmãos estudando-se mutuamente.» E não só isso o prendera: «É que a história despontava do estilo», tomava a atmosfera de qualquer atenção, era, enfim, António Lobo Antunes em toda a sua pujança de escritor, de criador, de estilista..."

in 21 de Novembro de 1990


"(...) impiedoso painel de um mundo social de gradado e sem saída, colhido em flagrantes descritivos e por vezes inextrincavelmente dialogais."

in História da Literatura Portuguesa, Saraiva, António José e Lopes, Óscar, Porto Editora, 17ª edição

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