Prémio Nobel da Paz

O Prémio Nobel da Paz de 1996 foi atribuído ao bispo de Díli, D. Ximenes Belo, e ao representante da Resistência Timorense no Exterior, José Ramos-Horta.

A escolha do Comité Norueguês do Nobel advém da esperança que a atribuição do prémio possa impulsionar tentativas de alcançar uma solução diplomática, justa e pacífica para o conflito em Timor-Leste, e o direito merecido de um povo, que luta pela sua autodeterminação. Esta é claramente uma mensagem ao Mundo, para que desperte, podendo assim reconhecer e defender os direitos do povo de Timor-Leste.

O Prémio Nobel é um reconhecimento internacional para quem o recebe e, no ano de 1996, este prémio aclamou a causa timorense como uma grande causa internacional, onde D. Ximenes Belo e Ramos-Horta, representam a luta pela paz, pela liberdade e pelo direito, e é com o seu profundo humanismo e fé num futuro melhor, que simbolizam a voz e a força do povo de Timor.

Testemunhos: A. Guterres, J. Sampaio, M. Soares

Declaração da Nomeação dos Laureados com o Prémio Nobel da Paz 1996

O que foi, e o que não foi dito...

Para saber mais:

[ D. Ximenes Belo | José Ramos-Horta | Prémios Nobel | Plano de Paz ]

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