Plano de Paz do CNRM para o território de Timor-Leste
«Em 1992, após meticulosa consulta ao nosso povo, dentro do país, Xanana Gusmão colocou o seu selo de autoridade àquele que é ora conhecido como o Plano de Paz do CNRM, que foi formalmente apresentado numa reunião do Parlamento Europeu, em Bruxelas, em 22 de Abril de 1992.
A proposta do CNRM mantém-se válida enquanto modesto contributo para encontrar uma solução para o conflito.»
«O CNRM não pretende afirmar que este plano é o único projecto para uma solução pacífica do conflito de Timor-Leste. Contudo, considera que é, pelo menos, uma base para o debate entre as partes envolvidas.»
«O Plano de Paz do CNRM continua a ser o veículo mais realista para uma solução, pois oferece à Indonésia uma saída honrosa. O plano garante uma transição gradual da ocupação militar para a independência, passando por um período de transição assente numa ampla autonomia política, esta com suficientes garantias internacionais.»
* As citações apresentadas são da autoria de Ramos-Horta e foram extraídas do seu livro Amanhã em Díli, do discurso proferido na cerimónia de entrega do Prémio Nobel da Paz 1996 e de entrevistas concedidas à imprensa internacional.
Para saber mais:
[ Visto por Ramos-Horta | Visto por Konis Santana | Reacções do exterior | Fase Um | Fase Dois | Fase Três ]
[ Timor-Leste independente | Timor-Leste | Prémio Nobel da Paz ]
[ CITI ]