Mário Dionísio
(1919- 1993)
Poeta, ensaísta, ficcionista, romancista, artista plástico e crítico de arte teve um papel importante no neo-realismo português sendo um dos principais promotores e teorizadores desta corrente. A sua poesia foi-se progressivamente afastando do neo-realismo uma vez que o autor evoluiu com o tempo e as mudanças estéticas, políticas e sociais, muito embora se tenha afirmado sempre como opositor aos fascismo salazarista.
Obras:
Poesia - Poemas, 1941; Riso Dissonante, 1950; Memória Dum Pintor Desconhecido, 1965; Poesia Incompleta, 1935-1965; Le Feu qui Dort, 1967; Terceira Idade, 1982.
Ficção - Dia Cinzento, 1944 (contos); Não Há Morte Nem Princípio, 1969.
Ensaio - Ficha 14, 1944; Introdução à Pintura, 1963; A Paleta e o Mundo, 1956 (primeiro volume), 1962 ( nova edição em 5 volumes).
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