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ATRIBUIÇÕES DOS AGENTES INTELIGENTES

Mas o que fazem realmente os agentes inteligentes, quais são as suas atribuições (segundo Allen Newell)?

Um agente inteligente ou sistemas periciais devem ser capazes de se comportarem como ‘funções’ do ambiente, ou seja, se o meio envolvente se alterar o agente deve ser capaz de se adaptar na mesma medida e, orientado por certos objectivos, deve ser capaz de adaptar os meios aos fins desejados.

No entanto, tenhamos em conta que o ambiente em que se move é um ambiente rico e complexo, com o qual ele aprende conhecimentos, estando atento sobre o que o rodeia e sobre si mesmo, e no qual percebe uma série de elementos em mudança, gerindo grandes quantidades de informação e conhecimento, onde o seu ‘motor’ se movimenta segundo vários graus de liberdade.

Os agentes inteligentes devem ser capazes de operar em tempo real, de explorar vastas quantidades de conhecimento, de tolerar entradas como: erros, inesperadas, desconhecidas, usar símbolos e abstracções, comunicar através da língua natural, aprender com o ambiente circundante a exibir comportamentos adaptativos e orientados por objectivos (Coelho:1999). Assim eles ligariam capacidades de raciocínio à resolução de problemas.

O agente deve então estar atento a entradas de informação através da percepção que tem do meio e através da linguagem.


MODELO DE UM AGENTE INTELIGENTE

                                                    Comunicação ® Conhecimentos ¬ Percepção

¯

Objectivos ® Capacidades de raciocínio

¯

Possibilidades

¯

 Capacidades de decisão®Escolha