Introdução

Relação histórica

Tele-educação

Novo paradigma

Redefinição de papéis

Resistências e
 forças de mudança

Polémicas

Bibliografia

Autoria

 


As Empresas

Apesar da existência de agentes comerciais não ser um facto estranho à Educação, hoje começa a verificar-se uma verdadeira ofensiva àquele que é considerado como um dos mais promissores mercados do futuro. Editoras, empresas de telecomunicações, informática e multimedia estão a fazer grandes investimentos nesta área, quer sob a forma de produção de material, como de financiamento directo ou indirecto de produtos às instituições de ensino.

Apesar de toda a polémica que rodeia a sua intervenção na Educação, há um grande benefício que pode sobrevir desta inclusão de empresas no processo educacional: "vai expandir o mercado de estudantes para as escolas e mercado de escolas para os estudantes" [6], constituindo-se como uma verdadeira força de mudança em direcção à tele-educação.

Os seus interesses puramente económicos têm de ser controlados pelos administradores em função dos objectivos pedagógicos. E isto porque, a médio e longo-prazo, a preparação escolar irá representar uma mais-valia para as empresas, que integrarão nos seus quadros os jovens de hoje como seus funcionários.