Composição

Victorino d'Almeida tem uma ligação muito forte com o piano desde criança. Aos 7 anos já fazia concertos e tocava inclusive composições da sua autoria. Na adolescência compôs 7 sonatas para piano, a sua primeira composição como profissional.

Em 1961, com 21 anos, compôs "Prelúdios", editado pela Alvorada.

Em 1971, foi editado pela ZIP, "António Victorino d'Almeida".

Em 1972 compôs uma grande Ópera em três actos: "Canto da Ocidental Praia".

Em 1974 compôs "Catedral da Angústia", editado pela Decca

Em 1980 compôs para o bailado "A Fábrica dos Sons", sobre Charlie Chaplin

Em 1981, a Philips edita "Música de Filmes", com músicas de: "A Culpa", "O Cerco", "Sons e Cores de Portugal"

Em 1983 compôs "Memória do Amanhã", peça para o Festival de Música de Macau, interpretada pela Orquestra de Xangai.

Em 1987 compôs para o bailado "Memória para Edith Piaf" interpretado pelo Ballet Gulbenkian

Em 1990 compôs para a Nova Filarmonia Portuguesa, "A Fábrica dos Sons" e "O Judeu"

Compôs ainda para as seguintes séries televisivas, entre outras: "Os Polícias", "A Rapariga de Varsóvia", "Medida por Medida" e "Ballet Rose".

Em Viena d'Áustria foram editados pela Polygram, três discos com a cantora/actriz Erika Pluhar, em 1983: "Liebende", "Uberleben", "Tno".

Em Amsterdão, foi editado um duplo álbum de um concerto ao vivo com Erika Pluhar e Peter Marinoff, com quem formou um trio. Estes poemas têm um carácter sinfónico e popular.

O Maestro fez ainda mais de uma centena de obras para piano solo e para dois pianos: 7 sonatas, 1 sonatina, 12 prelúdios, 1 tocata, 1 capricio, nocturnos, fugas... Obras de câmara, 1 quarteto de cordas, 1 quinteto de sopro, sextetos, septetos e várias suites para o Burgtheater e para o Teatro de Zurique. Para além da música para filmes, compôs ainda várias canções, música coral e até 1 missa e uma composição sinfónica: "Sinfonia Concertante" para orquestra tradicional, banda, coro e solistas.

 

 

Projecto co-financiado pela União Europeia
PRODEP - FEDER - Medida 9