
Multimedia:
« [ ] A revolução multimedia tem origem no contexto emergente da integração da indústria informática (software e hardware), do entretenimento (cinema, vídeo, televisão) e da comunicação em geral (empresas jornalísticas, editoriais, gestores de redes, etc.) [ ] » escreve Francisco Rui Cádima.
A informática está na base das aplicações multimedia, pelo que toda a informação é veiculada sob a forma de bits (são bits agregados, devido à mistura de áudio, vídeo, dados) e bytes.
A interacção entre os diferentes sistemas possibilita acesso, a selecção, a recepção, o tratamento e o envio, pelo utilizador, de qualquer tipo de informação desde o seu terminal até algum outro ponto da rede. Não podemos então considerar o multimedia como o conjunto dos meios que o precederam, pois trata-se de facto de algo diferente: mais do que a soma de meios de informação e de comunicação, trata-se de utilizar esses meios mediáticos simultaneamente, em sincronia. Esses meios que pertenciam aos mass media tornam-se self media quando num estado digital. Contudo, também ainda não podemos verdadeiramente falar de interactividade entre homem e máquina, pois ela não é, por enquanto, plena.
Existe uma separação entre o multimedia on-line e o multimedia off-line, embora ambos remetam para os self media: os seus suportes físicos são diferentes, logo também as suas aplicações assim como vai diferir o modo de interacção com a máquina. Porém, já se podem encontrar produtos de multimedia on e off-line.