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Suportes Multimedia Off-line

CD:

Sendo um suporte para a música (num sentido mais lato, para o som), o Compact Disc (CD) foi o sucessor dos discos de vinil e o pioneiro na revolução do átomo para o bit. Tanto a indústria como o consumidor o aceitaram bem.

Com o tamanho de 8 ou 12 centímetros, e 1,2 milímetros de espessura, o CD - que faz parte do multimedia off-line - só admite registos de informação digitalizada.

CD-G:

O Compact Disc-Graphics dá a possibilidade de acrescentar imagens fixas ao CD (audio), como, por exemplo, adicionar as letras das músicas.

Embora não seja muito divulgado e utilizado entre os Europeus, no Japão ele é um verdadeiro sucesso, graças à explosão e adesão em massa ao Karaoké.

Leitor de CD-ROM:

Além de ler CD-ROM, também faz uma leitura do CD, CD-R, CD-I, CD-VIDEO e CD-ROM/XA.

O disco encontra-se sobre uma plataforma e o seu conteúdo será lido por um laser, sem, no entanto, este entrar em contacto com a superfície do disco.

Para que a imagem não passe no écran de uma forma desfasada, aos saltos, o leitor precisa de velocidade quádrupla.

DVD:

É o novo disco óptico que serve de suporte para o multimedia. Foi lançado no mercado aquando da norma MPEG 2 e o seu grande relevo provém do facto que ele vai aproximar o cinema o multimedia: a película argêntea, de alta qualidade e de elevado preço, condicionava os custos da feitura de um filme cinematográfico. Contudo, o MPEG 2 permite que o suporte da imagem seja mais democrático, o que é o mesmo que dizer que a sua base vai poder ser a informática, a digitalização. Decorre naturalmente daqui que os preços vão baixar: fazer um filme será financeiramente mais acessível, em vez de ser um privilégio das grandes empresas que monopolizam o mercado dos filmes.

CD-I:

Em 1969, a Philips e a Sony começaram a estudar o Compact Disc-Interactive. Porém, ele só foi lançado nos Estados Unidos em 1991 e, na Europa, em 1992.

A par da sua grande qualidade a nível de imagem e de som, ele possui dentro do seu sistema multimedia altamente sofisticado. O sistema triplo do seu leitor permite ler CD (audio), discos PHOTO-CD e CD-VIDEO, mas não consegue ler CD-ROM.

CD-VIDEO:

Está vocacionado para a digitalização de filmes e de vídeo-clips, e tem a norma MPEG 1, lançada em 1993.

CD-ROM/XA:

É um CD-ROM/Extended Architecture, ou seja, um comum CD-ROM que sofreu adaptações para se qualificar perante as necessidades do multimedia.

CD-MO:

O Compact Disc-Magnetic Optical é um suporte de armazenagem que se pode apagar e regravar. Ele corresponde a cerca de duzentas disquetes e tem um leitor próprio.

CD-R:

Este CD-Write Once, Read Many pode ser gravado nos formatos CD-ROM, CD-I, CD (audio).

CD-ROM:

Este Compact Disc - Read Only Memory é um suporte do multimedia off-line há mais de doze anos. Ele impôs-se pois o seu custo é reduzido; periférico ao computador, o CD-ROM permite interactividade e é importante o seu valor ao nível da aprendizagem (podemos ver a mesma coisa as vezes que quisermos e há uma pesquisa, mesmo que limitada).

Ele só lê a memória, sendo incapaz de gravar dados. Complementar o seu computador com o antecessor do CD-I não torna a máquina multimedia.