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Interactividade

As novas tecnologias apresentam novas possibildades nomeadamente no que diz respeito ao tratamento, classificação e utilização da informação que dispomos e que é criada a cada instante a cada momento. Ela encontra-se disponível a qualquer hora e em qualquer lugar e pode ser acedida a partir de qualquer ponto do mundo desde que tenhamos uma ligação telefónica e um ISP ( Internet Service Provider ). No entanto, como fazer uso dessa informação, como distinguir o que é bom e o que não é, como distinguir aquilo que me interessa e aquilo que não me diz nada?

Para responder a esta necessidade, é preciso pensar no problema. A não-mediação da informação por um orgão controlador, relega esse papel, para o consumidor final, ou seja o indíviduo que utiliza o seu computador pessoal. Logo é preciso dar-mos ao utilizador um método de ele próprio controlar o fluxo de informação que lhe interessa. Actualmente, esse controlo é feito pela interactividade. O utilizador, ao contrário dos mass-media tradicionais vê-se como elemento activo de uma relação interpessoal biunívoca, em que é convidado a fazer uma triagem da informação que quer aceder, quando quer aceder, onde quer aceder.

Esta triagem é feita através de uma interface, dispositivo que permite ao utilizador interagir com a informação. Deste modo, o HCI (Human-Computer Interface), é actualmente constituido por duas partes: o teclado ou rato, que o sujeito utiliza para comunicar com a informação e o monitor, onde o computador apresenta essa informação. A utilização de periféricos de input fazem accionar dispositivos hipermédia, que controlam o fluxo, e apresentação de informação; e o monitor, onde o computador apresenta a informação que nós escolhemos, informação essa que nos é apresentada via monitor, da forma como escolhemos anteriormente.

Para que a triagem de informação ser constutuída com sucesso, é fundamental que os dispositivos hipermédia estejam construídos de forma coerente, pertinente e coesa, para que a interacção, seja bem sucedida, o utilizador encontrando aquilo que procura e a informação estar disponível. É ainda conveniente e em alguns casos necessário, deixar algumas portas abertas, seja para informação relacionada, ou para informação não-complementar. Uma organização deste nível é essencial para evitar o sentimento de lost in space.