
Se a geração Net tornar-se na
forma dominante de capital, terá de ser tratada não como um custo variável, mas como
uma posse e um recurso. Isto não significa, necessariamente, que este capital humano
tenha de ser registado nas folhas de balanço das empresas. Mas sim, que as empresas têm
de tratar bem este capital, como o seu bem mais precioso. Este novo capital não poderá
ser tratado da mesma forma que o tradicional não só porque se tratam de seres
humanos, mas também porque eles são espertos, confiantes, móveis e são seres humanos
conectados comprometidos com o trabalho intelectual. Para desempenhar esta tarefa,
precisam de ser motivados e de colaborar.
Ao contrário das máquinas de produção ou dos funcionários, os gerentes não lhes
poderão aumentar a sua velocidade, ou seja, "A gerência quer duplicar as
inovações, por mês!".