
A leitura, o livro de texto, o trabalho de casa e a escola são todos análogos aos media radiodifusores uma via, centralizado, e com ênfase nas estruturas predefinidas que obterão melhores resultados na audiência de massas.
Esta abordagem foi fundamentada na autoridade, hierarquia e centralização no professor das abordagens de à séculos. No extremo, o reforço e o castigo eram usados para melhorar a aprendizagem.
Hoje, os métodos de aprendizagem e muitos programas de instrução baseados no computador são largamente baseados nesta forma de aprendizagem difundida. O professor é principalmente um transmissor. Os curricula são elaborados por peritos que presumivelmente sabem o melhor programa da matéria e como as crianças poderão aprender melhor matemática, uma nova língua e compreender a Mesopotânia. Os programas não são feitos para cada aluno, mas sim, elaborados para satisfazer as necessidades das classes uma medida única, como a radiodifusão.
É claro que muitos professores têm trabalhado muito para serem mais do que simples transmissores de informação, avaliadores de conhecimentos e juizes de desempenhos. Muitos de nós recordamo-nos de pelo menos um professor que nos inspirou para sermos os melhores; que nos encorajou a pensar diferente; que nos possibilitou um processo e integração da informação de diferentes campos; que nos ajudou a adquirir conhecimentos e valores.
Mas, não esquecendo os nobres e, por vezes, heróicos esforços dos professores, trabalhar com uma grande classe e com recursos limitados, o sistema de ensino continua a ser muito parecido com o modelo da difusão. Isto é especialmente verdade, em muitos países, onde os fundos para a educação são cada vez mais reduzidos. Quando se tem uma turma com 38 alunos e não há suporte tecnológico que permitam abordagens diferentes, a difusão não só faz sentido, como é a única opção possível.