tit_n_estudos.gif (8524 bytes)

Historicamente, o campo da educação orienta-se pelos modelos de aprendizagem focados na instrução. O termo professor implica aproximações a uma aprendizagem onde um perito que possui a informação transmite-a ou difunde-a para os alunos. Os estudantes que estão "sintonizados" para receber a informação são ensinados, através de um processo de memória. O campo da psicologia educacional é rica em pesquisas, teorias e lições relativas ao que impede que a informação de ser recebida e guardada por subsequentes repetições. Há muito que é pensado que através da repetição, enumeração, e prática, os factos e informações podiam ser retidos na memória de longo prazo, que pode ser integrada para formar as estruturas do conhecimento. O produto disto são certos resultados e comportamentos, que podem ser avaliados nos testes.

A leitura, o livro de texto, o trabalho de casa e a escola são todos análogos aos media radiodifusores – uma via, centralizado, e com ênfase nas estruturas predefinidas que obterão melhores resultados na audiência de massas.

Esta abordagem foi fundamentada na autoridade, hierarquia e centralização no professor das abordagens de à séculos. No extremo, o reforço e o castigo eram usados para melhorar a aprendizagem.

Hoje, os métodos de aprendizagem e muitos programas de instrução baseados no computador são largamente baseados nesta forma de aprendizagem difundida. O professor é principalmente um transmissor. Os curricula são elaborados por peritos que presumivelmente sabem o melhor programa da matéria e como as crianças poderão aprender melhor matemática, uma nova língua e compreender a Mesopotânia. Os programas não são feitos para cada aluno, mas sim, elaborados para satisfazer as necessidades das classes – uma medida única, como a radiodifusão.

É claro que muitos professores têm trabalhado muito para serem mais do que simples transmissores de informação, avaliadores de conhecimentos e juizes de desempenhos. Muitos de nós recordamo-nos de pelo menos um professor que nos inspirou para sermos os melhores; que nos encorajou a pensar diferente; que nos possibilitou um processo e integração da informação de diferentes campos; que nos ajudou a adquirir conhecimentos e valores.

Mas, não esquecendo os nobres e, por vezes, heróicos esforços dos professores, trabalhar com uma grande classe e com recursos limitados, o sistema de ensino continua a ser muito parecido com o modelo da difusão. Isto é especialmente verdade, em muitos países, onde os fundos para a educação são cada vez mais reduzidos. Quando se tem uma turma com 38 alunos e não há suporte tecnológico que permitam abordagens diferentes, a difusão não só faz sentido, como é a única opção possível.