
Desde os tempos remotos, que a
juventude é criticada pelos mais velhos como preguiçosos ou maldosos, mas nos anos 60, o
tom desta censura geracional tornou-se mais forte. Um aparente intransponível fosso
cultural abriu-se entre a geração de 60 e os seus pais. Os boomers do pós-guerra
cresceram durante um período de relativa prosperidade e a sua escolaridade foi mais longa
do que a dos seus pais. Tiveram tempo para desenvolver e propagandear a sua cultura
juvenil. Rock and Roll, cabelos compridos, drogas, Woodstock, movimentos de protesto,
roupas loucas, novas atitudes sexuais e estilo de vida resultam numa maior inquietação
para os pais. Os ubíquos boomers têm também um novo médium comunicando a sua
cultura a televisão.
Actualmente, não ouvimos muito sobre o «generation gap». A maioria das crianças mantêm boas
relações com os seus pais. É com eles que se aconselham sobre bebida, gastar dinheiro e
questões sexuais.