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A GlobaLearn é uma companhia de jovens adultos que viajam pelo mundo e reportam a sua jornada pelos olhos das crianças. Em 1997, organizaram uma viajem de 5 meses pela Ásia, seguindo a mesma rota que Marco Polo, depois realizaram uma outra expedição pelo Brasil.

Em cada comunidade, a expedição fica alguns dias com uma criança, que é designado por "convidado". O seu perfil é preparado e encontra-se dividido em tópicos, tais como família, escola, hobbies, comunidade local e a vida em geral.

A GlobaLearn é um dos primeiros e melhores exemplos de como a Internet pode trazer o mundo para a sala de aula. A companhia foi fundada por Murat Armbruster, em 1993, com a missão de "preparar as crianças para a cidadania global e desenvolver nelas as competências, conhecimentos e determinações para se tornarem responsáveis administradores do mundo."

Para contar a sua história, a equipa da GlobaLearn viaja com poderosos equipamentos electrónicos: computadores portáteis, câmaras de video e máquina fotográficas digitais, modems rápidos e um transmissor satélite portátil. O material é enviado via satélite para o GlobaLearnr’s New Haven, em Connecticut, onde é editado e formatado para expor na página on-line da GlobaLearn. O GlobaLearn disponibiliza também, na sua página, material curricular, incluindo planos de aulas e ficha.

Todos os dias, ao meio dia, a equipa tira fotografias ao que está a fazer e coloca-as na Net.

Os cinco membros dirigem um jornal diário, onde investigam alguns aspectos da cultura ou economia local e reportam as suas visitas, por exemplo, às fábricas de queijo e olarias. A ideia é estimular as crianças nas aulas a realizarem pesquisas semelhantes nas suas comunidades – fazendo delas participantes activos e não observadores passivos. Os estudantes participam nas equipas de investigação como extensões de si próprios para investigar as características históricas, culturais, e físicas do ambiente terrestre. Isto suplementa o material das investigações dos estudantes realizadas nas suas comunidades. Os estudantes são, assim, capazes de fazer "comparações dinâmicas entre as suas experiências e as dos outros em países diferentes."

As crianças nas aulas são encorajadas a submeter questões ao quartel-general do GlobaLearn’s Haven e todas as semanas dez perguntas são escolhidas e lançadas à expedição.

Existe também uma área na página da GlobaLearn onde crianças e professores podem discutir assuntos entre eles ou comentar a expedição. O feedback é bastante positivo.

A GlobaLearn promete que as suas expedições futuras continuarão a focar as crianças, comprometendo-se, também, a cumprir os seus conceitos iniciais: "Que a aprendizagem deve ser cativante e excitante; que o mundo é um excelente meio de aprendizagem; e que a tecnologia deu à educação um médium de grande valor, através do qual se pode aceder e participar no mundo."