
O desdobramento em linha do conhecimento é não só necessário, mas também agora possível porque os funcionários podem estar interligados através de redes. Se os computadores numa empresa não estão ligados, só se pode transferir informação por meios físicos cassetes, disquetes ou papel. Quanto os computadores estão interligados o seu valor aumenta. O mesmo acontece quando os humanos e os seus conhecimentos não estão conectados. Necessitamos de meios físicos para partilhar o conhecimento: encontros, reportagens, memos, conversas telefónicas, viagens de negócio. Pela interligação das pessoas, não estamos só a ligar o intelecto humano, mas também a ligar o conhecimento. Tal como com os computadores, o valor do capital humano enriquece-se com a interligação.
A partilha do conhecimento está no coração do sucesso das empresas na nova economia, contudo ainda não está a ser adoptada por muitas empresas. Parece que os profissionais e os gerentes estão inquietos quanto a esta partilha, surgindo com isto algumas objecções e barreiras.
As crianças não entendem estas barreiras criadas pelos adultos.