
Muitos pânditas descrevem a juventude como materialistas, egoístas, cínicos, e interesseiros. Mas estes estão errados. Esta geração é composta por crianças de diferentes classes, raças religiões e perspectivas sociais.
Eles são jovens navegadores. Duvidam que as instituições tradicionais podem dar-lhes uma boa vida e tomar responsabilidades pessoais. Não são convencidos, mas fazem as coisas bem feitas. São mais "aprendizes" do que a geração anterior, preocupam-se mais com os assuntos sociais. Acreditam nos direitos individuais, na privacidade e no direito à informação. Não há eco de individualismo, mas sim uma rede interpessoal que desponta fortes sentimentos de responsabilidade social.
Determinados e optimistas quanto ao futuro, mas conscientes quanto aos obstáculos: SIDA e desemprego. Não acreditam nos partidos, mas sim que é fundamental uma mudança social. Quem julga que as crianças irão passivamente manter o status quo, esperem pela surpresa.