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Humor

Segundo Rabelais "o riso é próprio do Homem", ou seja, é intrínseco e exclusivo do animal racional. Mas, apesar disso a criação humorítica não o é. Poucos conseguem fazer um verdadeiro humor.

O humorista trabalha o sentido, transformando-o em não sentido (non-sense), para que depois possa ser descodificado e interpretado com a intenção dada originalmente. É essa a função da subtileza. O humor não é estático, tem de evoluir permanentemente, caso contrário corre o risco de se auto-destruir.

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