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Pistas para Consultar o Guia

 

profissões é um guia de caracterização profissional cujo objectivo é proporcionar aos jovens informação sobre várias profissões.

Neste primeiro volume faz-se a descrição de cerca de 40 profissões, agrupadas em nove áreas profissionais diferentes. Nos próximos volumes serão caracterizadas outras profissões, quer das áreas que agora vêm referidas, quer de outras áreas profissionais (por exemplo, área jurídica, área da saúde ou área da música, dança e representação).

Importa referir, desde logo, que o presente guia não pretende ser exaustivo, mas antes proporcionar aos jovens algumas referências informativas que os possam ajudar nas suas escolhas de âmbito formativo e profissional. É, pois, importante que a informação aqui avançada seja completada com outras informações adicionais, o que implica por parte dos jovens (ou outros interessados) uma atitude de procura, nomeadamente, junto de associações profissionais, sindicatos ou estruturas educativas. Assim, este guia pode ser encarado como um ponto de partida. Para consultar o guia não é necessário proceder à sua leitura completa: pode começar-se por ver o índice das áreas profissionais e seleccionar a profissão ou profissões que mais interessam.

Neste capítulo introdutório explica-se qual a metodologia utilizada para a elaboração do guia, quais as fontes de informação consultadas e o modo como o guia está estruturado. Nos dois capítulos seguintes apresentam-se, respectivamente, algumas indicações úteis sobre como procurar emprego e algumas tendências do mercado de trabalho. Por fim, procede-se à caracterização das profissões seleccionadas.

 

Metodologia

Para a elaboração deste guia procedeu-se, em primeiro lugar, a uma análise documental, através da consulta de diversos documentos, tais como, estudos sócio-profissionais, quadros estatísticos e outro material informativo diverso (artigos de jornais, revistas, etc.), com vista a constituir-se uma base de informação a partir da qual se redigiram textos de carácter provisório. Nesta fase, a Classificação Nacional de Profissões, o Occupational Outlook Handbook e as revistas da Forum Estudante (vd. Bibliografia) foram fontes de informação privilegiadas. O passo seguinte foi a realização de entrevistas junto de representantes de associações profissionais, sindicatos, ordens, etc. e/ou junto de profissionais detentores de uma visão actual e global da sua profissão. A estes entrevistados foram enviados previamente os textos provisórios. A redacção dos textos finais foi feita com base nas entrevistas e nos textos provisórios corrigidos pelos entrevistados. Sempre que possível, procedeu-se à sua validação, remetendo-os para uma apreciação final por parte dos entrevistados, bem como de outros profissionais da área.

 

Modelo estrutural

Cada descrição de profissão segue um modelo pré-estabelecido, de forma a facilitar a comparação entre profissões. Esse modelo baseia-se em seis dimensões de análise diferentes: natureza do trabalho, emprego, formação e evolução na carreira, condições de trabalho, remunerações e perspectivas. De seguida, e para cada uma destas dimensões, fornecem-se algumas pistas para a interpretação da informação.

 

Natureza do Trabalho

Nesta secção explicam-se quais as funções e tarefas normalmente realizadas, que tipo de procedimentos técnicos são utilizados, qual a influência do desenvolvimento tecnológico na profissão e com que outros profissionais se pode colaborar. São também referidos conhecimentos de outras áreas necessários para o desempenho da profissão, sendo este aspecto por vezes referido na parte da formação e evolução na carreira. Procura-se, ainda, referir algumas características pessoais e profissionais, consideradas essenciais ou preferenciais para quem queira trabalhar nessa profissão. Não se pretende, contudo, constituir um perfil profissional rígido, mas apenas avançar com uma ideia desse perfil.

 

Emprego

As áreas de actividade em se pode trabalhar, o tipo de entidades empregadoras e o tipo de situação laboral mais comum (trabalhador por conta de outrem ou trabalhador por conta própria) são alguns aspectos focados nesta secção. Este último ponto, por vezes, é abordado na parte das condições de trabalho.

Refere-se também o nível da procura no mercado de trabalho, isto é, se existe muita ou pouca procura dos profissionais por parte das entidades empregadoras (no momento actual e nos últimos anos) e também a variação geográfica dessa procura, ou seja, em que zonas do país esses profissionais são mais procurados.

 

Formação e Evolução na Carreira

Esta secção engloba informação relativa à formação académica mais adequada para o exercício da profissão, bem como os estabelecimentos de ensino em que pode ser ministrada. A lista dos cursos indicados foi elaborada com base no Guia de Acesso ao Ensino Superior - Disciplinas Específicas 1997 do Ministério da Educação. A selecção dos cursos teve como critério a sua designação. Esta lista não pretende ser exaustiva, pelo que na altura de os jovens optarem por um curso é indispensável a consulta de informação actualizada nos serviços competentes do Ministério da Educação. É ainda aconselhável, sempre que possível, que os jovens procurem informar-se sobre os currículos dos cursos em que estiverem interessados.

Em alguns casos, para além da formação mais adequada, referem-se outras formações que também podem ser requeridas pelas entidades empregadoras. São, ainda, indicadas algumas pós-graduações para aqueles que quiserem prosseguir estudos, podendo ser encaradas numa perspectiva de valorização profissional. Por fim, procura-se delinear o tipo de evolução ou desenvolvimento de carreira mais habitual, como por exemplo o tipo de cargos que podem ocupar ou o tempo usual de progressão na carreira.

 

Condições de Trabalho

Nesta parte são abordados aspectos como a carga horária semanal habitual e a existência ou não de flexibilidade de horário, isto é, a liberdade de se organizar o próprio horário, cumprindo um determinado número de horas por semana. Também se refere em que tipo de meio físico os profissionais costumam trabalhar, bem como outros aspectos específicos relacionados com o exercício da profissão, como por exemplo se existem situações de risco, se é frequente ter de se viajar para o estrangeiro, etc.

 

Remunerações

Procura-se, nesta secção, dar uma ideia das remunerações que os profissionais podem auferir. É importante frisar que no sector privado, e em muitos casos, os valores avançados são meramente indicativos, servindo apenas como pontos de referência. Para o sector público, as remunerações indicadas têm como base o Sistema Retributivo da Administração Pública para o ano de 1997. Importa ainda chamar a atenção para o facto das remunerações avançadas se referirem, normalmente, a valores ilíquidos. Em alguns casos, apontam-se quais os principais factores que influenciam a variação das remunerações, bem como as regalias ou benefícios que as complementam.

 

Perspectivas

Aqui dá-se uma ideia das alterações que poderão ocorrer na profissão, no que diz respeito à evolução das suas características (por exemplo, alterações nos procedimentos de trabalho). Por outro lado, tenta-se dar uma noção da possível evolução da procura dos profissionais no mercado de trabalho (no sentido de haver mais ou menos procura), bem como do aparecimento ou desenvolvimento de novas áreas de actividade. Importa frisar que não se pretende estabelecer um padrão de evolução da profissão, mas antes avançar com algumas pistas sobre possíveis aspectos que poderão vir a afectá-la.

Sob a designação de Contactos para Informações Adicionais, indica-se no final de cada texto, e sempre que possível, os contactos das associações que eventualmente poderão fornecer outras informações sobre a profissão.

A Direcção Geral do Emprego e Formação Profissional está à disposição de quem queira esclarecer qualquer dúvida (vd. contacto na Ficha Técnica).

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